sábado, 30 de maio de 2015

[Scans] Kera vol.191

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Ei gentem :D
Estava buscando algumas referências para começar vestidos e me deparei com essa Kera que estava guardadinha aqui desde São Paulo! Esse o volume 191 (Julho de 2014) e tem váaarias páginas com referências da moda Lolita e de peças que podem ser adaptadas, daí separei, escaneei e estou deixando aqui para download <3 Certamente servirá para curiosos com a moda e para tirar ideias de novos coords.

Só clicar no link abaixo e esperar a propaganda para ser encaminhado para o Media Fire <3


Exemplos:




[Feedback Neutro] Livraria da Folha - O Herói de Mil Faces

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Eu estava para comprar esse livro desde que comecei o curso de Narrativas em novas Mídias, daí comecei a pesquisar os preços e fretes (comprar um livro sempre é um longo processo de pesquisa e comparação para mim, hauhuahu) e acabei caindo na Livraria da Folha como melhor opção de custo x benefício.

O livro sairia por algo em torno de R$40.00 com o frete, contra 54 da Amazon (onde costumo achar os melhores preços) e por isso acabei comprando. Isso foi no dia 16 de maio.O site informava que o produto seria enviado no dia seguinte à confirmação do pagamento, que foi realizada no mesmo dia.

16/05 > Compra do livro.
24/05 > O livro ainda não havia saído para a entrega. Fiz uma reclamação no site. Sem resposta.
25/05 > Abri uma reclamação no Reclame Aqui e percebi que haviam váaaarias outras pessoas também reclamando. Aparentemente a empresa havia tido um problema com a transportadora, mas nem se dignou a explicar para os consumidores. Começaram a responder com respostas -padrão.

Daí me disseram que estavam resolvendo e que até "semana que vem teriam uma previsão de entrega".

Isso me deixou muito: WTF você pretendia ficar em silêncio até que um dia o produto milagrosamente chegasse na minha casa? O problema não era o no atraso na entrega (o culpado, nesse caso, seriam os Correios), o problema era não terem nem enviado o produto ainda, depois de mais de uma semana, e nem sequer se dado ao trabalho de explicar o que se passava - precisaram esperar eu reclamar para falarem alguma coisa.

Reclamei de novo e avisei que a propaganda enganosa comprometia a empresa e que se não dessem uma precisão na data procuraria a orientação de um advogado (uehuahe brincadeira, eu não faria isso, mas confesso que sempre quis dizer algo assim xD)

26/05> O livro milagrosamente chega por um motoqueiro. Mais tarde eu recebo um e-mail de resposta dizendo que eles estavam enviando o livro (?????)

28/05> Recebo outro e-mail com a nota fiscal (depois de 12 dias?) dizendo que o livro estava encaminhado com data de entrega para dia 28 (???)

Bem, enfim, o livro chegou depois de 12 dias, provavelmente por que eu reclamei.





Bem, o feedback é neutro por que o livro chegou (mesmo que marcadinho e depois de mil anos), mas deveria ter postocomo negativo pela desorganização da empresa, pelo atraso no envio, pelo silêncio diante do problema com a distribuidora, pela atitude tomada só depois da reclamação, por não responder às mensagens etc. Eu não era a única com problemas, aparentemente outras dezenas de pessoas tiveram de esperar muito mais do que duas semanas pela entrega dos livros.

Provavelmente também não voltarei a comprar na Livraria da Folha, a menos que a diferença de preço compense toda a dor de cabeça...

domingo, 24 de maio de 2015

Meu primeiro show e algumas considerações

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Ontem aconteceu em BH o prometido show de Zé Ramalho no Chevrolet Hall.

Para quem não sabe, eu gosto muito das músicas e das letras dele, mas, principalmente, da voz (totalmente única). Eu, como o título avisa, nunca havia ido a um show. Primeiro por não gostar de lugares tumultuados, segundo por não entender como pode ser melhor pagar muito caro para ver a pessoa cantando se o mesmo pode ser feito pela internet (e geralmente de graça) e terceiro por meus cantores favoritos nunca terem vindo para Belo Horizonte.

De todo modo, o @Coren_ (que também nunca tinha ido a um show) me deu de presente um ingresso para assistir à apresentação de ontem!

Titubeei um pouco antes de me decidir, mas, imaginando que o público deveria ser um pessoal mais velho e que não faria bagunça ou tumulto, fiquei sem muitas razões para não ir.

 E então fui.

O show foi no Chevrolet Hall. Provavelmente um dos únicos lugares (além do Mineirão) em que acontecem shows aqui na cidade. Eu já havia ido há muuuito tempo nele (bem antes da reforma) para uma apresentação da Filarmônica. Na época havia me incomodado com as cadeiras que mais parecem assentos para privada, e não foi tão surpreendente assim quando entrei no lugar e.... bem, lá estavam as cadeiras de privada.

Logo na entrada, ainda na fila, observei alguns vários cambistas desesperados por compra e venda de ingresso. E veja só, hoje em dia eles andam com maquininha de cartão de crédito! Que belezura! D:
A venda de bebidas também corria solta ali na fila, e presenciei algumas senhoras decepcionadas com o fato de que teriam de se separar de seus companheiros para usar o elevador (suponho que elas tenham comprado Mesa, e os companheiros Pista). Elas reclamaram um instante, querendo ir pelo menos lugar desse outro pessoal, mas a segurança estava até de bom humor para indicar para onde elas deveriam ir. (E foram. Depois lá dentro pude vê-las na área das mesas).


Quando chegamos essas partes em vermelho já estavam ocupadas. Daí em diante não foi muito difícil escolher onde sentar. pegamos aquele ponto escondido ali no canto, bem longe da muvuca, longe do som e da bagunça. Depois do início do show deu para perceber que estávamos no melhor lugar do Chevrolet: O palco ficava de frente para nós (ele é meio torto para a esquerda), o som - que já era demasiadamente alto - não devia estar tão insuportável como para as pessoas que foram gulosas para se sentar ao lado das caixas de som, não tinha muvuca de gente e, acima de tudo, estávamos ao lado da escada com um segurança muito mal humorado - e que rendeu maravilhosos momentos de observação. Hahahaha
Outra coisa que reparei foi nas roupas das pessoas. Pensei que teríamos apenas pessoas de idade no show, mas tinha uma quantidade até considerável de jovens casais (na média de 22 a 28 anos). Entre os mais jovens tinha de tudo: moletons, saias de meio palmo, vestidos de oncinha, camisa social e cachecol, cardigã sobre os ombros, calção xadrez, meia arrastão e bonés, váaarios bonés.

Entre os mais velhos os casacos e camisas sociais reinavam. Não eram raros os chapéus de palha e as saias de lã na altura do joelho.

Com relação às cores, outra surpresa: esmagadora maioria estava de branco! Não esperava que num evento noturno haveriam tantas pessoas de branco assim. A segunda cor mais predominante era o vermelho, seguida do preto. O resto variava mais entre cinza e azul, e não lembro de haver visto uma única camisa ou vestido cor-de-rosa. (Eu fui de preto, com calça vermelha. Super empacotada para o frio que fazia)

Bem, ao redor do lugar em que nos sentamos sentou também uma senhora que havia se separado da família por que o lugar em que eles estavam era alto demais e machucava o pescoço dela. à frente ninguém se sentou, mas à frente-lateral havia um casal muito engraçado. O rapaz era animadíssimo, e a garota completamente sem vitalidade. Ela chegou primeiro e ficou ali sozinha. Logo que ele chegou eles começaram a brigar por que ele não conseguia encontrá-la de maneira alguma. Depois muita discussão eles se sentaram em silêncio à espera de um outro casal de amigos que apareceu quase no início do show. Atrás de nós, porém, havia a melhor turma do show. Um grupo de amigos (com cara de gente do interior de St. Maria do Suaçui) animadíssimo que acabaram ficando bêbados de tanta cerveja tomada - mas que sabiam todas as músicas de cor e passaram o show inteiro cantando e gravando vídeos.

Ta aí outra coisa que estranhei (e desgostei): A venda de bebidas (cerveja) era liberada dentro do show. O pessoal comprava (e entornava) como se fosse água, e foi mais do que natural que alguns perdessem a sobriedade ali dentro... Felizmente de onde eu estava não deu pra ver nada demais, mas suponho que na muvuca da pista não tenham sido poucos os casos de bêbados chatos.


Ah sim, logo no começo do show eu parei para reparar no movimento dos seguranças (bombeiros e caras de terno preto) que subiam e desciam a escada próxima de nós o tempo todo. Os bombeiros paravam perto das escadas, davam olhadelas, e sumiam. Os seguranças não interferem no movimento das pessoas, o que as faz ficar bem mais livres ali dentro.

Esse movimento desregrado também foi bastante incômodo, mas eu falo dele mais pro final.


O show começou, e a primeira recomendação do Chevrolet (de não fotografar ou filmar com flash) era desobedecida sem cerimônia alguma. Nem a ameaça de recolherem o aparelho da pessoa parecia ter qualquer efeito sobre as pessoas.

E aqui começa minha reclamação:

- As pessoas no show são muito mal educadas. Elas não permanecem sentadas nas cadeiras. Vi vários grupos na arquibancada dançando e balançando as mãos para cima, de pé, ignorando que haviam pessoas sentadas atrás delas. Se queriam gritar, dançar e ficar de pé, por que não iam para a pista - que serve para isso?

- Os jovens próximo de mim passavam mais tempo no whatsapp ou mandando áudio pros amigos do que assistindo ao show de fato. E eles não se dão conta de como o celular com luz incomoda - DEMAIS - quem está ao lado. A luz forte fica no canto do olho e é chatíssimo.

- Ninguém está nem aí pro outro. As pessoas ficam amontoadas na escada para assistir ao show e não dão licença para quem precisa subir ou descer. Manter as vias de trânsito liberadas é o mínimo que o bom senso exige. Cadê desconfiômetro?

- Regras? Pra quê? A quantidade de gente que eu vi discutindo com o segurança (que parecia o Pinguim do Batman) que pedia para saírem da escada para que os funcionários passassem não foi brincadeira. Havia um casal de mulheres que me fez admirar a paciência do tal do segurança. Ele desceu e pediu pra elas saírem do local para não atrapalhar o trânsito pelo menos umas 7 vezes. SETE. VEZES. O cara desceu a escada e subiu sete vezes para repetir o pedido óbvio de não fechar o trânsito - e as meninas voltavam e ignoravam o pedido dele. Qual era o problema delas? Eu jamais teria tido a paciência daquele cara. Na terceira vez já tinha tirado elas do local.

- Também tinham as pessoas que passavam o show inteiro tirando selfies com flash, dançando nas arquibancadas e até o cara do casal que mencionei anteriormente que chamou uma outra mulher pra dançar com ele por que a namorada estava sem vitalidade.

Ufa! Provavelmente todos esses problemas seriam resolvidos se as pessoas parassem um segundinho pra pensar em quem está ao seu lado. Mas enquanto isso não parece possível, a gente fica nessa situação... lol

Agora, sobre o show.

A iluminação é muito bem programada e cativante, os instrumentos estavam alinhadíssimos e a voz única do Zé Ramalho não deixa nada, nadinha, a desejar. Ela é completamente idêntica à voz que ouvimos no rádio, e isso eu acho incrível.

Ele cantou Avohai, uma e outra de Raul Seixas e Gonzaguinha, e o resto variou entrei Admirável Gado Novo e Kriptônia.


Eu fiquei um pouco perdida no show. Era estranho ficar sentada ouvindo música, sem fazer mais nada. Estou acostumada a fazer mil coisas ao mesmo tempo, então estar parada foi, no mínimo, angustiante.

Aproveitei então para observar as pessoas que estavam ao redor.

Deu pra perceber o movimento da pista - muito mais agitada nas proximidades do bar - oscilando de acordo com a música, com as pessoas conversando no whatsapp desenfreadamente, nas pessoas que desafiavam o segurança pinguim de 10 em 10 minutos, nos pivôs da cerveja que eram escolhidos nos grupos para pegar 4 ou 5 copos de uma vez e trazer para os amigos, na senhora ao meu lado que sorria largamente ao se dar conta de que sabia a letra da música que tocava e no casal que se agarrava eventualmente à nossa frente-lateral.


Também tive tempo para pensar no círculo mágico - uma teoria bem legal de espaços e comportamento - que provavelmente justificaria o motivo das pessoas agirem de maneira tão caótica dentro do show e não dentro de uma ópera. Talvez o aconchego menos "pressuroso" da casa de show - em contraste com o ambiente -deslocado da realidade diária- do Palácio das Artes, instigue movimentações diferentes no público. Claro que não é -só- isso, mas foi o que me pareceu mais evidente depois de ontem...

A multidão me incomodou só na entrada, quando tive de atravessar a pista pra chegar na arquibancada. Assim que sentamos no fundinho, longe de tudo, fiquei mais tranquila. Na hora de sair também esperamos que as pessoas se fossem primeiro para não correr o risco de me mergulhar na bagunça, hahaha.

Enfim, foi meu primeiro show e minha conclusão é que pra mim não vale a pena pagar para ficar no caos  ouvindo música quando posso fazer isso no conforto da casa quentinha, com sofá, banheiro e água à disposição enquanto faço outra coisa. Acho que minha conclusão não seria diferente, já que sou dessas que prefere ficar em casa também a ir ao cinema, mas como primeira experiência valeu demais.

Ah, saí metade-surda de um ouvido. E olha que eu estava bem longe do palco. Imagina para quem ficou coladinho?

Não devo voltar a um show de música tão cedo, a menos que surja uma grande motivação pra isso. Mas, se eu puder escolher, fico com ficar em assistindo no meu próprio ritmo.

A música que eu desejava que ele cantasse (e não cantou) é essa daqui (minha favorita, de longe!):


sexta-feira, 22 de maio de 2015

Rascunhando uma capa...

2 comentários
Maio já está quase acabando e eu não voltei aqui para postar D:
Pois é, estou com várias coisas para escrever a respeito, mas o tempo não tem dado trégua mesmo.
Essa semana eu terminei um vestido COLOSSAL e achei que estaria mais livre, mas a verdade é que só vou entulhando coisas para fazer... hahahah Eu devia mesmo parar com isso.

Dentre as coisas que entulhei está a capa de Jeghen Fal.
Sim, isso mesmo, capa.
Se tem capa, tem miolo.
E o miolo, nesse caso, será um livro.

Além disso eu não posso revelar ainda.
Mas o desenho eu posso sim! Hahahah

Aqui está o primeiro rascunho das capas:

 

Está ligeiramente óbvio, mas caso você não conheça a série, (CLIQUE AQUI PARA CONHECER), a da esquerda é para o arco Púrpura e a da direita o Arco Escarlate. As imagens estão cheias de referências da narrativa de cada um dos personagens, mas você só se dará conta disso depois que ler, naturalmente.

Decidi começar pelo Púrpura, e daí refinei o desenho do Ehrel:

E daí decidi a paleta. Cores são o meu maior problema, daí levei mais tempo para definir as cores que comporiam a imagem do que desenhando em si.



Confesso que fiquei orgulhosa do céu que desenhei, coisa com a qual nunca tive sucesso:

Mas daí cheguei num ponto em que não sabia mais o que fazer. hauhauhua

E parei por aí. Y_Y
Estou deixando de lado por alguns dias para eu desacostumar os olhos e voltar reparando nos problemas. Vou aproveitar também para estudar alguns cenários e ter alguma ideia pra preencher aquela área. hauhuahua xD

Desejem-me sorte, estou precisando!